Já parou para pensar como é produzido um lubrificante automotivo?
Todos são muito parecidos, mas você sabe quais são os reais fatores que diferenciam um lubrificante do outro?
Bom, a resposta para essa pergunta não precisa mais ficar só na imaginação. Nossa equipe te explica, de forma objetiva, como acontece a fabricação deste produto.
Vamos esclarecer quais são as funções de um lubrificante para motor automotivo:
– Prevenir contra o atrito e desgaste das peças móveis de um motor;
– Evitar a formação de depósitos na câmara de combustão;
– Prevenir contra ferrugem e corrosão;
– Evitar a formação de borras e vernizes;
– Limpar e manter o motor limpo;
– Colaborar com a refrigeração;
– Vedar os anéis de compressão;
– Reduzir choques mecânicos.
Ou seja, podemos resumir que um lubrificante tem como principais funções lubrificar, limpar, refrigerar e proteger.
No processo de fabricação de um lubrificante, a primeira coisa que devemos ter em mente é que esse tipo de produto não pode ser feito em um local sem o devido preparo, autorização e certificação. O lubrificante automotivo precisa de aditivos e processos de testes muito específicos antes de chegar ao motor de um veículo.
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) é o órgão regulador que determina quais as características e níveis de performance que um lubrificante automotivo deve atender, além das normas e legislações que são necessárias. Os lubrificantes só podem ser produzidos e comercializados diante do registro junto à ANP. Produtos que não estejam nas exigências podem estar comprometidos em relação à sua qualidade.
Para você entender melhor: o processo de fabricação de um lubrificante automotivo começa com a base e os aditivos. Ou seja, através da utilização de óleos básicos e seus blends, é feita a mistura com os pacotes de aditivos indispensáveis para que o lubrificante atenda às necessidades do motor. Vamos conhecer alguns deles:
Antioxidante: um lubrificante sofre um processo de oxidação, ou envelhecimento, por vários motivos, os mais importantes são as variações de temperatura interna dos motores e tempo de exposição do lubrificante em contato com oxigênio.
Detergente e dispersante: o detergente tem como função evitar que impurezas fiquem depositadas nas partes metálicas do motor e o dispersante atua para mantê-las em suspensão, evitando o entupimento das galerias.
Anticorrosivo: protege as peças internas da corrosão causada pelo processo de combustão e pela ação do ar.
Antidesgaste: são aditivos que formam um filme protetor sobre as peças, diminuindo o desgaste.
Antiespumantes: esse aditivo tem a propriedade de desfazer as bolhas de ar que se formam no lubrificante devido à movimentação, evitando a formação de espuma, que pode funcionar como um isolante térmico, causando problemas ao motor.
Melhorador do Índice de Viscosidade: é um aditivo que adequa a viscosidade do lubrificante à sua faixa de temperatura de serviço.
Abaixador do Ponto de Fluidez: permite a fluidez do lubrificante em temperaturas muito baixas, evitando a formação de cristais.
A qualidade dos lubrificantes automotivos está ligada diretamente à evolução da indústria automobilística. Atualmente, existem veículos menores, de alto desempenho e econômicos. Sendo assim, os motores também são menores, estão colocados em pequenos espaços, trabalhando com temperaturas e pressão interna mais elevadas. Outro aspecto importante, ligado diretamente à qualidade dos atuais lubrificantes, diz respeito às legislações ambientais, que exigem do lubrificante maior eficiência para auxiliar na economia de combustível e redução nas emissões de poluentes.
Apesar de toda qualidade envolvida nos processos de produção e na escolha e uso dos pacotes de aditivos, todo lubrificante possui um tempo de vida útil e necessita ser trocado. O período de troca é sempre indicado pelo fabricante do veículo e consta no manual do proprietário e deve sempre ser obedecido. Importante é esclarecer que um período de troca pode ser antecipado em virtude do tipo de uso do veículo e os locais onde é utilizado.
Diante de todos esses detalhes referentes à qualidade de um lubrificante automotivo, o produto final apresenta seu custo baseado em normas e exigências determinadas pela indústria automobilística e pelo órgão regulamentador e em função disso, infelizmente, existem no mercado alguns produtos de fabricantes que preferem o custo em detrimento da qualidade. Uma das ações para garantir a sua segurança como consumidor está na fácil identificação de lubrificantes que possuem registros junto à ANP.
Toda a linha de lubrificantes VORAX corresponde as exigências da ANP, registros e utilização das melhores matérias-primas disponíveis no mercado, tanto os óleos básicos como os pacotes de aditivos. Ao utilizar um produto da linha VORAX em seu veículo, tenha a certeza de que dentro de cada frasco de lubrificante existe tecnologia, respeito a normas, qualidade e meio ambiente, mas acima de tudo, respeito a você.